quinta-feira, 13 de agosto de 2026

 






Nos anos 1970, os autódromos brasileiros viveram uma fase inesquecível. Carros que faziam parte do cotidiano das famílias eram transformados em verdadeiras máquinas de corrida. Entre eles estava o Fusca, que ganhou destaque na famosa Divisão 3.

Na categoria de até 1.600 cilindradas, os preparadores retiravam tudo o que fosse desnecessário para diminuir o peso. Os Fuscas recebiam motores preparados, carburadores maiores, escapamentos esportivos, suspensão modificada e pneus largos do tipo slick.

Como o regulamento exigia que as rodas ficassem cobertas, os para-lamas precisavam ser bastante alargados. O visual ficou tão agressivo que esses carros passaram a ser chamados de “Alicantões”.

Imagine um domingo de corrida daquela época: o autódromo cheio, o cheiro forte de gasolina e óleo no ar e vários Fuscas coloridos alinhados para a largada. Quando a bandeira baixava, o ronco dos motores refrigerados a ar tomava conta da pista.

Os carros entravam juntos nas curvas, muitas vezes disputando espaço lado a lado. Como o motor ficava na traseira, o Fusca possuía boa tração, mas exigia bastante habilidade do piloto. Uma entrada exagerada na curva poderia fazer a traseira escapar rapidamente.

O mais interessante era a identificação do público. Nas arquibancadas, muitas pessoas tinham um Fusca semelhante estacionado em casa. Elas viam nas pistas uma versão extrema do mesmo carro que utilizavam para trabalhar, viajar e levar a família.

Um exemplo desse período aconteceu no Autódromo de Tarumã, inaugurado em 1970, no Rio Grande do Sul. Fotografias históricas mostram Fuscas disputando posições com outros carros pequenos diante das arquibancadas cheias.

A Divisão 3 ajudou a provar que o Fusca não era apenas um veículo popular e econômico. Com preparação e pilotos corajosos, ele conseguia se transformar em um legítimo carro de competição.

Décadas depois, aqueles Fuscas largos, baixos e barulhentos continuam sendo lembrados como alguns dos carros mais carismáticos do automobilismo brasileiro.

 



Encontro dos amigo Fusca na praça



Um fato curioso: o Fusca não precisava de radiador, pois seu motor era refrigerado a ar. Isso ajudou a torná-lo resistente e confiável, principalmente em regiões onde era difícil encontrar oficinas. Daí surgiu a famosa brincadeira: “Fusca nunca ferve” — porque, tecnicamente, ele não possui água no sistema de arrefecimento para ferver.

 


Fusca: a história do carro que conquistou o coração dos brasileiros

Poucos automóveis conseguiram criar uma ligação tão forte com o Brasil quanto o Volkswagen Fusca. Simples, resistente e fácil de manter, ele atravessou gerações, participou da história de milhares de famílias e se transformou em um verdadeiro símbolo da cultura automotiva brasileira.

Mesmo décadas depois do encerramento de sua produção, o Fusca continua despertando paixão. Ele está presente em encontros de carros antigos, clubes de colecionadores, projetos personalizados e nas lembranças de quem aprendeu a dirigir ou realizou grandes viagens a bordo desse clássico.

Como surgiu o Volkswagen Fusca?

O projeto original do Fusca nasceu na Alemanha, durante a década de 1930, com a proposta de criar um automóvel simples e acessível. O veículo precisava transportar uma família, apresentar baixo custo de manutenção e enfrentar diferentes condições de estrada.

Seu formato arredondado, o motor instalado na parte traseira e a mecânica refrigerada a ar ajudaram a criar uma identidade única. Com o passar dos anos, o modelo foi produzido e comercializado em diversos países, tornando-se um dos automóveis mais conhecidos do mundo.

No Brasil, a produção nacional começou em 1959. A partir desse momento, o Fusca passou a ocupar um espaço importante nas ruas e nas garagens brasileiras.

Por que o Fusca fez tanto sucesso no Brasil?

O sucesso do Fusca não aconteceu apenas por causa do seu visual. O carro oferecia características muito importantes para a realidade brasileira da época.

Entre seus principais diferenciais estavam:

  • Mecânica simples e confiável;
  • Manutenção relativamente barata;
  • Boa resistência em estradas de terra;
  • Facilidade para encontrar peças;
  • Motor refrigerado a ar;
  • Bom valor de revenda;
  • Grande quantidade de oficinas especializadas.

A ausência de um sistema convencional de refrigeração líquida eliminava componentes como radiador, mangueiras e bomba d’água. Isso tornava a manutenção mais simples e reduzia a possibilidade de alguns problemas comuns em outros automóveis.

Além disso, o Fusca demonstrava boa capacidade para enfrentar ruas esburacadas e estradas sem pavimentação. Para muitas famílias, ele foi o primeiro carro próprio.

Motor traseiro e refrigeração a ar

Uma das características mais marcantes do Fusca é seu motor traseiro com cilindros opostos, conhecido como motor boxer. Essa configuração ajudava na distribuição de peso e proporcionava boa tração, especialmente em subidas e terrenos de baixa aderência.

Durante sua história no Brasil, o modelo recebeu diferentes motorizações, incluindo versões 1.200, 1.300, 1.500 e 1.600. Cada uma apresenta características próprias de desempenho, consumo e dirigibilidade.

O som característico do motor refrigerado a ar é facilmente reconhecido pelos apaixonados pelo modelo. Para muitos proprietários, esse ronco faz parte da personalidade do carro.

O Fusca marcou gerações

Durante muitos anos, o Fusca esteve presente em praticamente todos os lugares. Foi utilizado como carro de família, veículo de trabalho, táxi, viatura e até como automóvel de competição.

Muitas pessoas guardam histórias especiais envolvendo o modelo: viagens em família, passeios de fim de semana, o primeiro emprego, o primeiro carro ou as primeiras aulas de direção.

Sua produção brasileira foi encerrada em 1986, mas o modelo retornou às linhas de montagem em 1993, durante o período conhecido popularmente como “Fusca Itamar”. A fabricação terminou novamente em 1996, encerrando uma das trajetórias mais marcantes da indústria automobilística nacional.

O Fusca como carro de coleção

Atualmente, unidades conservadas e com características originais são muito valorizadas. O preço pode variar bastante conforme o ano, o estado de conservação, a originalidade e o histórico do veículo.

Os exemplares mais procurados normalmente apresentam:

  • Documentação regularizada;
  • Estrutura sem corrosão grave;
  • Motor correspondente à configuração do modelo;
  • Interior bem preservado;
  • Pintura em cor original;
  • Peças e acessórios da época;
  • Histórico de manutenção conhecido.

Antes de comprar um Fusca antigo, é importante verificar principalmente o assoalho, as caixas de ar, a região da bateria, as colunas, a suspensão e os sinais de reparos estruturais.

Um carro aparentemente bonito pode esconder problemas de ferrugem ou restaurações mal executadas. Por isso, uma avaliação feita por um profissional especializado pode evitar gastos inesperados.

Original ou personalizado?

Essa é uma discussão bastante comum entre os apaixonados pelo Fusca. Alguns proprietários preferem manter o carro completamente original, enquanto outros gostam de personalizá-lo.

Entre as modificações mais populares estão:

  • Rodas esportivas ou de época;
  • Suspensão rebaixada;
  • Bancos personalizados;
  • Sistema de som moderno;
  • Freios melhorados;
  • Ignição eletrônica;
  • Preparação do motor;
  • Pinturas exclusivas;
  • Estilo retrô ou esportivo.

Não existe uma única escolha correta. Um Fusca original pode ter maior valor histórico, enquanto um projeto personalizado permite que o proprietário crie um carro exclusivo. O mais importante é realizar qualquer modificação com segurança e respeitar a legislação de trânsito.

Ainda vale a pena ter um Fusca?

Para quem procura conforto moderno, silêncio interno, alta tecnologia e equipamentos avançados de segurança, o Fusca pode não ser a escolha mais indicada para o uso diário.

Por outro lado, ele continua sendo uma excelente opção para quem deseja entrar no universo dos carros antigos, participar de encontros, realizar um projeto de restauração ou simplesmente dirigir um veículo cheio de personalidade.

Ter um Fusca é uma experiência diferente. Ele exige atenção com manutenção preventiva, regulagem do motor, sistema elétrico, freios e possíveis pontos de corrosão. Em compensação, oferece uma conexão com a história automobilística que poucos carros conseguem proporcionar.

Curiosidades sobre o Fusca

O Fusca acumula diversas curiosidades:

  • Seu motor fica na traseira e o porta-malas principal na dianteira;
  • O formato arredondado ajudou a torná-lo reconhecido mundialmente;
  • O modelo recebeu diferentes apelidos em vários países;
  • Existem clubes de Fusca espalhados por todo o Brasil;
  • O Dia Nacional do Fusca é comemorado em 20 de janeiro;
  • O carro foi utilizado em competições, trilhas e viagens de longa distância;
  • Existem projetos com motores preparados, suspensão modificada e tecnologias modernas.

Um clássico que nunca sai de moda

O Fusca é muito mais do que um automóvel antigo. Ele representa uma época, carrega histórias familiares e mantém viva a paixão pela mecânica simples.

Nas ruas, um Fusca bem conservado ainda chama atenção, desperta sorrisos e faz muitas pessoas relembrarem momentos especiais. Essa combinação de simplicidade, resistência e carisma explica por que ele continua conquistando novos admiradores.

Enquanto existirem pessoas dispostas a cuidar, restaurar e dirigir esses carros, o Fusca continuará sendo um dos maiores símbolos da história automobilística brasileira.

E você, já teve um Fusca ou guarda alguma lembrança especial desse clássico? Conte sua história nos comentários!

Descrição para o Google: Conheça a história do Volkswagen Fusca no Brasil, suas principais características, curiosidades, motorizações e dicas para comprar esse clássico.

Palavras-chave: Fusca, Volkswagen Fusca, história do Fusca, Fusca antigo, carro clássico, Fusca no Brasil, motor refrigerado a ar, Fusca de coleção.

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Fusca top

fonte:https://www.facebook.com/fuscasestilizados/

Historia do Fusca

História do Fusca Käfer, Coccinelle, Escarabajo, Maggiolino, Fusca, Beetle, Bug, Huevito, Dak Dak. . . O Volkswagen Sedan é um daqueles automóveis que dificilmente passam sem despertar uma emoção – seja paixão ou até ódio. Para alguns um projeto arcaico, para outros um projeto eterno, feito pra durar; o Fusca, feito a principio à pedido de Hitler a Ferdinand Porsche, o velho “beetle” foi nomeado Volkswagen, que como todos sabem, provem do idioma alemão e seu significado é “Carro do Povo“. Depois foi nomeado “Volkswagen Sedan“, e partindo de um apelido nascido no Brasil, acabou sendo nomeado oficialmente aqui no Brasil como “FUSCA“. Como bons fuscamaníacos, tentaremos relatar um pouco da história do FUSCA, embora não ter vivido brilhante época, época que fez do Fusca um candidato ao carro do século. Inicio da década de 30. Ferdinand Porsche desenvolveu um projeto na sua própria garagem, em Stuttgard, Alemanha. O primeiro projeto do Fusca, era equipado com um motor dois cilindros, refrigerado a ar, que tinha um rendimento absurdamente péssimo. Criaram o motor quatro cilindros, opostos dois a dois , chamado de Boxter,também refrigerado a ar, com suspensão independente dianteira, que funcionavam através de barras de torção. Foi um projeto ousadamente revolucionário, pois até então os carros da época eram feitos com motores refrigerados a água e suspensão que em sua maioria usavam feixe de molas (tipo suspensão de caminhões) ou molas helicoidais. Lançado oficialmente em 1.935, pelo então projetista Ferdinand Porsche, o Volkswagen podia ser comprado por quase todos, ao preço de 990 marcos, e era equipado com motor refrigerado a ar, sistema elétrico de seis volts, câmbio seco de quatro marchas, que até então só se fabricavam carros com caixa de câmbio inferiores a 3 marchas. Daí, as evoluções foram constantes. Sistema de freios a tambor, caixa de direção tipo “rosca sem fim”, evoluções estéticas como quebra vento, lado abertura da porta (no início a porta abria do lado oposto), saída única de escapamento, estribo, entre outras. Em 1936, já reformulado, com bastante semelhanças com o Fusca de hoje, o Volkswagen era equipado com duas pequenas janelas traseiras, em 1.937 existiam 30 outros modelos sendo testados na Alemanha. E a partir de 1.938, iniciou-se a construção, em Hanover de uma fábrica a qual o Volkswagen seria construído na forma de fabricação em série. Em 1.939, devido ao início da segunda guerra mundial, o Volkswagen acabou virando veículo militar. Derivados do fusca, como jipes e até um modelo anfíbio (Shwinwagen, atualmente existem 3 no mundo, e um no Brasil). A mecânica também haveria mudado. Virabrequim, pistões, válvulas , o motor de 995 cc.e 19cv passou a ser de 1.131 cc. e 26 cv. Mais de 70 mil unidades militares foram produzidas. Término da segunda guerra mundial, a fábrica que estava sendo construída em Hanover, estava quase que inteiramente destruída. Seus projetistas, ninguém sabia por onde andavam, e de suas versões militares ninguém mais precisara, por pouco não foi o fim do Volkswagen. Até um major inglês redescobrir o Volkswagen. Ivan Hirst, resolveu “adotar” o velho Volkswagen, entre os escombros da antiga fábrica, a versão original do VW passou a ser reaproveitada. Retomada sua fabricação, o Volkswagen passou a ser utilizado em serviços de primeira necessidade, escassos naquela época, como correio, atendimento médico, etc. Em 1.946, portanto um ano depois, já existia 10 mil volkswagens sedans em circulação. Em 1.948 existiam 25 mil, sendo 4.400 para exportação. Em 1.949 o Fusca já teria seu próprio mercado nos EUA. Como bons fuscamaníacos, tentaremos relatar um pouco da história do FUSCA, embora não ter vivido brilhante época, época que fez do Fusca um candidato ao carro do século. Inicio da década de 30. Ferdinand Porsche desenvolveu um projeto na sua própria garagem, em Stuttgard, Alemanha. O primeiro projeto do Fusca, era equipado com um motor dois cilindros, refrigerado a ar, que tinha um rendimento absurdamente péssimo. Criaram o motor quatro cilindros, opostos dois a dois , chamado de Boxter,também refrigerado a ar, com suspensão independente dianteira, que funcionavam através de barras de torção. Foi um projeto ousadamente revolucionário, pois até então os carros da época eram feitos com motores refrigerados a água e suspensão que em sua maioria usavam feixe de molas (tipo suspensão de caminhões) ou molas helicoidais. Lançado oficialmente em 1.935, pelo então projetista Ferdinand Porsche, o Volkswagen podia ser comprado por quase todos, ao preço de 990 marcos, e era equipado com motor refrigerado a ar, sistema elétrico de seis volts, câmbio seco de quatro marchas, que até então só se fabricavam carros com caixa de câmbio inferiores a 3 marchas. Daí, as evoluções foram constantes. Sistema de freios a tambor, caixa de direção tipo “rosca sem fim”, evoluções estéticas como quebra vento, lado abertura da porta (no início a porta abria do lado oposto), saída única de escapamento, estribo, entre outras. Em 1936, já reformulado, com bastante semelhanças com o Fusca de hoje, o Volkswagen era equipado com duas pequenas janelas traseiras, em 1.937 existiam 30 outros modelos sendo testados na Alemanha. E a partir de 1.938, iniciou-se a construção, em Hanover de uma fábrica a qual o Volkswagen seria construído na forma de fabricação em série. 1938 Em 1.939, devido ao início da segunda guerra mundial, o Volkswagen acabou virando veículo militar. Derivados do fusca, como jipes e até um modelo anfíbio (Shwinwagen, atualmente existem 3 no mundo, e um no Brasil). A mecânica também haveria mudado. Virabrequim, pistões, válvulas , o motor de 995 cc.e 19cv passou a ser de 1.131 cc. e 26 cv. Mais de 70 mil unidades militares foram produzidas. Término da segunda guerra mundial, a fábrica que estava sendo construída em Hanover, estava quase que inteiramente destruída. Seus projetistas, ninguém sabia por onde andavam, e de suas versões militares ninguém mais precisara, por pouco não foi o fim do Volkswagen. Até um major inglês redescobrir o Volkswagen. Ivan Hirst, resolveu “adotar” o velho Volkswagen, entre os escombros da antiga fábrica, a versão original do VW passou a ser reaproveitada. Retomada sua fabricação, o Volkswagen passou a ser utilizado em serviços de primeira necessidade, escassos naquela época, como correio, atendimento médico, etc. Em 1.946, portanto um ano depois, já existia 10 mil volkswagens sedans em circulação. Em 1.948 existiam 25 mil, sendo 4.400 para exportação. Em 1.949 o Fusca já teria seu próprio mercado nos EUA. 1948/1949 Basicamente o fusca até então era um projeto que havia dado certo, até meados de 1.956, quase nada havia mecanicamente mudado de seu projeto original. A Bananinha Independente de seu projeto mecânico, a aparência do Fusca haveria mudado bastante. Em 1.951, havia duas janelas repartidas na parte traseira, embora continuar sem os “quebra-ventos”. Mas em 1.953, o fusca surgia com “quebra-ventos” nas janelas laterais, e a partir da segunda série deste ano a janela traseira se resumia a uma única, em formato oval. Neste mesmo ano o fusca começou a ser montado no Brasil. Em 1.959 o Fusca começou a ser fabricado no Brasil. 1951/1952 Em 1.961 no segundo semestre, o sistema de sinaleiros (pisca-pisca) deixa de ser uma barra na coluna lateral central (também chamada de bananinha) para as lanternas traseiras, juntamente com as luzes de freio. E assim as mudanças foram surgindo. O câmbio deixa de “seco” para ter as quatro marchas sincronizadas, o mesmo que existe até hoje. Em 1.967 o Fusca passa por uma importante mudança: ele ganha motor 1.300 cc ao invés do 1.200 cc que o equipava até então. 1964/65 Os aros das rodas também receberam furos para melhor ventilação do sistema de freios. Já em 1968 foi provado que o sistema de 6 volts que o equipava não se mostrava eficiente, aí o Fusca ganhara um novo sistema elétrico 12 volts. E a caixa de direção passa a ser lubrificada com graxa. 1965/70 Em 1.970 o Fusca sofreu uma grande transformação. Continuando com a versão 1.300 cc, surgiram a versão 1.500 cc (2º. semestre) essa com 52 cv (SAE) de potência. Carinhosamente apelidado de “Fuscão“. Para essa versão, o fusca também recebeu uma barra compensadora no eixo traseiro, para finalidade de maior estabilidade. Esteticamente o capô do motor ganhou aberturas para maior ventilação, novas lanternas, cintos de segurança. Como opcional o fusca tinha freios a disco na dianteira. 1970/1972 Mais mudanças vieram em 1.973. O novo sistema de carburação com carburadores recalibrados para menor consumo, e novo distribuidor vácuo-centrífugo deram mais ênfase ao carro que sem dúvida era um sucesso total. Nunca vendeu tanto fusca no Brasil como no ano de 1.974. O fusca teve uma produção de 239.393 unidades somente em 1974. Comparado a produção de 1969 que era de 126.319, foi um impressionante salto nas vendas. Tudo provava o absoluto sucesso do Fusca. E também nessa época que surgiu o Fusca com motorização 1.600-S que rendia 65 cv(SAE)com dupla carburação. As mudanças mecânicas para esse ano eram o eixo dianteiro com bitola mais larga e a mudança estética foi o maior pára-brisa para as versões 1.300 e 1.500. Em 1.975, a linha VW foi ampliada com a chegada do novo motor 1.300, versão 1.300-L e o modelo 1.600 passou a ter a alavanca de câmbio mais curta e filtro de ar do carburador de papel. Outras alterações também vieram, como painel e outras (estéticas). Em 1.978 o bocal do tanque de combustível passou a ser do lado externo do carro, e não dentro do porta-malas como mostrava-se até então. Em 1.979 (2º. semestre) as lanternas traseiras ganharam nova forma, e pelo seu grande tamanho, esta versão do fusca, a partir desse ano foi apelidado de “Fuscão Fafá”. Após quatro anos sem mudanças, em 1983 o “Super-Fuscão” desaparece. Adotaram o nome oficial de “FUSCA“. Com algumas poucas inovações como caixa de câmbio “Life-Time”(dispensa troca periódica de lubrificante), ignição eletrônica nos modelos a álcool, bomba de combustível com proteção anti-corrosiva, válvulas termopneumáticas nas entradas dos filtros de ar (com a função de controlar a temperatura do ar aspirado para finalidade de melhorar a queima da mistura). 1979 - 1600cc Mais no ano seguinte, portanto em 1.984, muda tudo. A versão 1.300 do Fusca desaparece. Surge aí um novo 1.600. Com pistões, cilindros e cabeçotes redesenhados, além de novas câmaras de combustão, o novo motor rendia 46 cv a 4.000 RPM e torque máximo de 10,1 kgf/m a 2.000 RPM. Agora a medição foi feita no método DIN e não mais no SAE. Equipavam a versão também novos freios a disco na dianteira e barra estabilizadora traseira redesenhada para uma melhor performance aerodinâmica. Mais foi no ano de 1.986 que (temporariamente) acaba-se a carreira do Fusca. Embora o México não parar de produzi-lo, no Brasil sua linha de montagem chegara ao fim. Até que em 1.993 por pedido do então presidente do Brasil, Itamar Franco, o Fusca volta novo de novo, como nesses seus 60 anos muito bem vividos. 1986 Na segunda fase de 1.993, sem mudanças na carroceria nem no motor o fusca ganhou pára-choques na cor do veículo, canalizador com uma única saída de escape no pára-lamas esquerdo, estofamentos novos, volante novo e muitos outros detalhes de acabamento, inclusive detalhes opcionais. Quando todos não acreditavam no sucesso do relançamento do Fusca, as vendas foram mais que animadoras. Chegou a produzir mais de 40 mil novos Fuscas. Até sua oficial parada de fabricação anunciada em Julho de 1.996 o fusca deixou mais fãs por seu rastro. 1996 Para comemoração da sua última série de fabricação, foram fabricados os últimos 1.500 Fuscas carinhosamente dados numa versão “FUSCA SÉRIE OURO“, onde os últimos 1.500 proprietários de fuscas “novos” tem seus nomes guardados em um “Livro de ouro da VW.” Um Fusca Série Ouro é facilmente identificado, neste seu último modelo a VW super-equipou esteticamente a versão. Com estofamentos do Pointer GTI, desembaçador traseiro, faróis de milha, painel com fundo branco, vidros verdes (75% transp.) esta foi a série de gala do querido carrinho. Mais uma vez nosso querido fusquinha cumpre seu papel, um sucesso de vendas e de mercado. Embora no México ainda foi fabricado até 30 de junho de 2.003. New Beetle Outra novidade foi o sucesso de seu relançamento oficial, montado em chassis do VW Golf e com seu novo nome já definido, o BEETLE volta as ruas, mostrando sua nova cara e dando continuidade a essa inigualável carreira que o “querido carrinho” fez por merecer. E assim temos um exemplo de um projeto que alcançou o completo sucesso, e por trás dele um gênio imortal, um Mito: Ferdinad Porsche. Fonte:http://www.fuscaclube.com.br/links-uteis/historia-do-fusca/#position

terça-feira, 3 de março de 2015

Concessionaria vw que guarda relequias 0km

Já imagino andar em um fusca 0km saindo da loja? então esse e um carro produzido em 1996 e esta parado em exposição em uma concessionaria de carros no rio grande do sul onde o dono não vende. vamos ler a matéria abaixo que amigos apaixonado por fusca foram em busca do lendário fusca 0km.
   Uma concessionária Volkswagen fechada há 11 anos em Estrela (RS) guarda carros nacionais que hoje estão fora de linha ainda zero quilômetro. São Fuscas, Santanas, Quantuns empoeirados, mas ainda bem conservados, embora a parte mecânica necessite de uma revisão após tanto tempo parado.   A história é contada por Reginaldo, de Campinas, um especialista em vender carros para colecionadores, que fez as fotos.  Os carros ainda têm plástico nos bancos e há hodômetro zerado ou marcando 10 km.
   Os veículos estão na Comercial Gaúcha, ou Covipa, e foi fechada pelo dono depois que a Volkswagen teria aumentado a cota de vendas de 60 para 160 carros por mês. O proprietário teria considerada a meta impossível de ser atingida e demitiu todos os funcionários e fechou o local. Os carros permaneceram lá intocados. Há também peças de reposição, partes de carrocerias, como de um Gol, o chamado Gol quadrado, e um Voyage, da mesma época.

















Assista o vídeo com a matéria completa sobre a loja que guarda relíquias 0 Km





 Apaixonado por fusca se ele vende se estaria na fila para comprar, mais um carro desse e difícil ir a venda e ainda mais o preço dele ser salgado.


 mais uma noticia compartilhada para os amante de fusca  abaixo segue a fonte da noticia que fizeram a matéria.


Fonte: http://www.testrider.com.br/2013/07/30/concessionaria-fechada-guarda-fusca-e-quantum-0km-no-rio-grande-do-sul/